Um jogo de David Marques · CC BY-NC-ND 4.0
No coração húmido do Pantanal, uma colónia de capivaras relaxa ao sol. Chegaram os humanos — cada um quer dar festinhas nas suas favoritas. Mas as capivaras são tímidas: se dois humanos se aproximarem ao mesmo tempo, fogem imediatamente. Só o jogador que chegar sozinho ganha a sua capivara.
A cada ronda, são colocadas na mesa tantas cartas quantos os jogadores, identificadas pelas letras A, B, C… Em segredo, cada um escolhe a carta que quer conquistar. Não há turnos: quando todos tiverem apostado, as apostas revelam-se ao mesmo tempo.
Algumas cartas têm um pássaro amarelo. Quem recolher a primeira dessas cartas fica com o token do pássaro (vale +5 pontos no fim). Para roubar o token, tens de acumular mais cartas com pássaro do que o detentor atual (pelo menos mais uma). Em caso de empate, o token não se move. Se dois jogadores apanharem a primeira carta com pássaro na mesma ronda, o token fica na mesa até alguém ter mais cartas com pássaro do que eles.
Certas cartas têm nenúfares coloridos. Coleciona as quatro cores para ganhar +10 pontos bónus no final.
O baralho de 36 cartas é jogado duas vezes. Quando acaba pela primeira vez, baralha-se o descarte (as cartas que ninguém ganhou) e continua — as cartas ganhas ficam com quem as ganhou e não voltam ao jogo. Quando acaba pela segunda vez, o jogo termina e contam-se os pontos.
Arrisca, petisca, e que as capivaras estejam do teu lado.